Comecei com muita expectativa mas depressa o pus de lado. O constante débito de informação transportava-me de volta às aulas de história do sétimo ano. Dava por mim a saltar 5 páginas porque era tão, mas tão maçudo.
Outra coisa má foi o próprio tema em si. Quando li a síntese do livre não me apercebi que o tema era a tão falada crise. Já todos estamos fartos dela, porque comprar um livro que fala só dela? Os diálogos do centro de emprego, a situação da mãe, o despedimento, etc, é tudo tão forçado! Expressões como: 'É a vida' 'Olhe, é a crise' 'É por causa desta crise', cansam muito o leitor. São usadas constantemente e sempre para apresentarem males maiores com os quais estamos muito familiarizados e, mais uma vez, não precisamos de comprar um livro para o saber.
Não consegui acabar de ler e fiquei muito desiludida.
4 comentários:
Olá!
Confesso que, não só por já ser apreciadora dos livros dele, mas também em parte pelo alarido todo à roda deste livro, fiquei curiosa e até considerei mesmo comprá-lo. Mas não precisei, porque mo emprestaram. Também comecei a lê-lo com alguma expectativa, mas cedo o pus de lado. Concordo contigo quando dizes que não há necessidade de se escrever um livro cujo tema é falado vezes sem conta e do qual estamos já cansados. A meu ver foi realmente muito escusado e fiquei desiludida com este.
Já agora, deixei-te um selo no meu blog :)
http://viajar-pelos-livros.blogspot.pt/2013/02/selo-liebster-award.html
Boas leituras! (oxalá mais positivas)
Olá Lia, tens um selo no meu blog! Beijinho
Tentei ler deste autor "Codex" e também não consegui, achei forçado e chato, mesmo assim conto dar-lhe mais uma oportunidade, com "A Vida num sopro" de que tenho ouvido falar muito bem, a ver vamos, mas não gostei mesmo nada do Codex
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